quarta-feira, 19 de junho de 2013

Neste mês que comemoramos o Dia dos Namorados, procuremos orientar nossos jovens no valor profundo do Namoro Cristão:

 

Eu... Você... De repente, nós

 



Se existe algo que mexe como coração de um jovem que começa a descobrir a sua afetividade e a sua sexualidade, é o desejo de namorar. Cantada em verso e prosa, esta fase da vida faz parte do desenvolvimento humano e do plano de Deus para nos fazer crescer e amadurecer no relacionamento, sendo também um caminho (embora não o único, nem o maior) de exercitar a capacidade de amar.
Entretanto, para um jovem cristão, muitas interrogações se levantam: Por que namorar? Quando namorar? Como ter um namoro cristão?
PORQUE NAMORAR

Em primeiro lugar, é importante saber que o desejo de relacionar-se com o sexo oposto é algo natural e implica na forma como Deus nos criou. Deus criou o homem, criou homem e mulher.
A partir de um certo momento do desenvolvimento humano, sente-se a necessidade e a sadia curiosidade de relacionar-se com o sexo oposto, de descobrir parte da riqueza, da diversidade da obra criativa de Deus, uma outra pessoa que não é igual a mim, mas que em muitos pontos chega a me complementar. Neste ponto, o relacionamento com pessoas do outro sexo é enriquecedor e fonte de formação e edificação do meu crescimento como pessoa.

Entretanto, o que é belo e edificante pode-se transformar em situações que nem sempre nos edificarão ou contribuirão para o nosso crescimento. Devemos levar em conta que estamos vivendo em meio a uma sociedade hedonista, marcada pela sensualidade. A partir dos meios de comunicação, as próprias crianças, adolescentes e jovens vão sendo manipulados nos seus afetos e instintos para que, de maneira precoce e deformada, vejam na pessoa do outro sexo um objeto de prazer genitalista ou um meio de satisfação de suas carências afetivas.

Isto é fruto do pecado que marcou as faculdades do nosso ser e também das feridas de família, onde a fé e o desenvolvimento dos valores cristãos foram abandonados e a unidade e indissolubilidade do matrimônio e da família, na vivência do amor, são negligenciadas ou até atingidas de maneira irremediável, produzindo no meio de nós gerações marcadas pela dor, insegurança, desvios afetivos, psicológicos e sociais.

Por estes e muitos outros fatores, quando o (a) adolescente vai atingindo sua puberdade (e muitas vezes ainda como criança), a sociedade e, em muitos casos, a própria família, começam a exigir que este (a) jovem "arranje" seu namorado (a) para provar sua masculinidade ou feminilidade.

É preciso que entendamos que o processo natural e salutar de conhecimento do sexo oposto como pessoa não implica necessariamente em um relacionamento de namoro, quando, pelo contrário, a amizade é o passo fundamental e sadio onde, pelo diálogo e a convivência, vamos podendo construir mutuamente a nossa personalidade de maneira sadia e equilibrada. Muitos jovens cristãos, como muitos que encontramos, se perguntam: Qual é a hora de iniciarmos o namoro?

Em primeiro lugar, é necessário que alguns tabus possam ser quebrados. Isto não significa que todas as pessoas tenham que namorar. Precisamos nos lembrar neste momento das Palavras de Jesus que dizem: "Há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos céus. Quem tiver capacidade para compreender que compreenda." (Mt 19,2)

Devemos nos lembrar que há muitos são chamados para a virgindade como uma oblação espiritual e um serviço à Igreja e aos homens, e nisto encontram sua plena realização. Alguns, muito cedo podem descobrir este chamado no seu interior e, apesar de como pessoa experimentarem a complementariedade do sexo oposto na convivência comum e fraterna, não viverão esta complementariedade no plano da afetividade-genitalidade, próprio dos que são chamados ao Sacramento do Matrimônio.

Alguns passam por relacionamentos de namoro antes de descobrir este sublime chamado, outros não precisam passar por esta etapa, pois a vocação já se faz manifesta no seu interior de maneira definida.

Para isso é necessário que o jovem cristão tenha sempre no seu interior este questionamento: - Qual é a vocação que Deus me chama a viver? – e uma reta e séria motivação de responde-la. Sabemos que isso, para muitos, se constitui em um longo processo, onde graças a Deus vai iluminado, tirando a cegueira e apontando onde encontrar e aderir à sua vontade, pois aí está a felicidade.

Entrando no processo de namoro propriamente dito, falando para os jovens que acompanhamos, procuramos orientá-lo em algumas etapas para este discernimento:


A amizade

A amizade entre sexos opostos é benéfica e edificante. A amizade se constitui em uma identificação que, se baseada em Cristo Jesus e nos valores do Evangelho, caracterizando-se pela doação de si e respeito mútuo, muito contribuirá para o nosso amadurecimento e crescimento. Atenção, nem toda amizade precisa desembocar em um namoro. Pelo contrário, é perigoso confundir as coisas.

As vezes a pessoa atrai fisicamente e afetivamente, mas isto não significa que seja da vontade de Deus e edificante para os dois um relacionamento mais profundo pelo namoro. Podemos acabar uma bela amizade se precipitarmos as coisas. É compreensível também que em um relacionamento entre um rapaz e uma moça que são atraentes, possam aparecer desejos e aspirações mais superficiais que, de uma maneira geral, pode jogar esses jovens em um relacionamento sem maiores bases. Ora, o aparecimento destes sentimentos só atestam a normalidade da afetividade e sexualidade de ambos e não deve ser ele, principalmente nos primeiros momentos, o ponto de discernimento de um compromisso de namoro.

Para evitar namoros precipitados (baseados só na atração física, carências ou sentimentos efêmeros), que fazem alguns mudarem de namoro como se troca de roupa e que, em vez de gerar crescimento, pode gerar tantas feridas, dores e marcas na pessoa e nos futuros relacionamentos, é preciso que se tenhamos um relacionamento de amizade. O momento é de aprofundar o conhecimento do outro e procurar ir à luz da oração e da convivência buscando alguns pontos de discernimentos.


Pontos de discernimento no plano psicológico:

Enquadramos aqui alguns pontos na maturidade humana e na identificação dos projetos e planos de vida, inclinacões, aspirações, gostos, formação e educação que cada um teve e que não podem ser ignoradas, sob o risco de serem fonte de profundos desgastes e verdadeiros furos que farão naufragar o relacionamento. Não se trata de que o outro seja igual a mim, mas que se nestes pontos podemos nos completar, aceitar e nos construir mutuamente, e se há maturidade em ambos para isto.

Pontos de discernimento no plano espiritual:

Se queremos nos relacionar em Deus e com Deus, este plano não pode ser esquecido. É necessário, na convivência, perceber as aspirações espirituais e se o outro está disposto a colocar Deus como o centro de um relacionamento, para que o relacionamento não seja nada de egoísta, para a "minha", ou "nossa" satisfação, mas para que ele, apoiado na Graça de Deus, seja voltado para Jesus, seguindo os Seus ensinamentos de renúncia, pureza e abertura. Conhecer a espiritualidade do outro, suas aspirações de conduta moral e de compromisso com a Igreja é fundamental para evitar conflitos futuros, ou namoros onde Deus e sua Palavra estejam ausentes.

Pontos para discernimento no plano afetivo:

A afeição em um relacionamento afetivo é o primeiro passo, mas com certeza não se constitui em sinal de presença real de uma semente de amor. Se o que me faz afeiçoar-me ao outro é só sua aparência física, isto tem sua importância, mas não é tudo.

As aparências passam e o coração, mentalidade e forma de ser permanecem. É preciso descobrir se o sentimento que me move tem a maturidade de ENXERGAR e ACEITAR os limites, defeitos e fragilidades do outro. Pondo na balança o que pesa mais, é o que nos une ou o que nos divide? Neste momento, um certo realismo é salutar, para que a paixão não cegue, e evitemos dar um passo que depois vai nos ferir e ferir ao outro.

Também convém ter a sensibilidade para perceber se eu ou o outro estamos buscando um relacionamento para "minha" satisfação, fechado sobre nós mesmos e a nossa "fantasia romântica" ou se o relacionamento, mesmo com o tempero de romance, é voltado para Deus, para o outro e para as outras pessoas, numa perspectiva de abertura.

Permeando todas estas considerações e orientações, devemos encontrar a oração. É através dela, que a graça de Deus vai purificar as nossas motivações, iluminar a nossa cegueira, fazer-nos entender o que só humanamente não nos é possível, e perceber os reais sinais do Espírito que nos move ou nos detém para um relacionamento que, se quer ser cristão, deve buscar, em todos os sentidos, a maior glória de Deus.

A ajuda de uma pessoa mais amadurecida e vivida no campo espiritual e humano se constitui em ajuda indispensável para chegarmos a um discernimento claro e uma decisão conjunta e madura em nos comprometer em um relacionamento de namoro.

O Namoro

Uma vez sedimentado no nosso interior o processo de discernimento (que exige tempo, pois não se resume a dias ou poucas semanas, mas a alguns meses de convivência e oração) e chegando a um discernimento positivo em relação ao namoro, alguns pontos não podem ser esquecidos:

A amizade


O namoro é, antes de tudo, uma amizade que se aprofunda e sedimenta uma caminhada a dois. É essencial que o tempo que os namorados passam juntos seja animado pelo diálogo e a abertura do seu ser que se deixa conhecer e revelar. Muitos namorados não sabem conversar e fogem em carícias, desagradáveis a Deus e destruidoras do relacionamento. O esforço do diálogo, conversar assuntos que unem e saber também conversar as divergências; revelar-se para o outro através da arte do diálogo é fonte de relacionamentos saudáveis e maduros.

A oração


A presença de Jesus dentro de um namoro cristão não pode ser decorativa ou em plano inferior. Ele tem que ser o primeiro para dar fertilidade ao relacionamento. Por isto, é necessário dar tempo e espaço para a oração, partilhar de experiências da vida espiritual, de leitura espiritual. É importante que se saiba que se tem a responsabilidade de levar o outro para Deus e para a Igreja, e não ser um obstáculo para a comunhão com Deus e o serviço na Igreja. A oração e os sacramentos serão também a fonte da graça para permanecer sob as orientações da Palavra e da Igreja, e nos capacitará a crescer na escola do verdadeiro amor, que é aquele que ama apesar dos defeitos e limites do outro.

A abertura


Os namorados cristãos não podem estar somente voltados para si mesmos, como se só o outro existisse, ou que este relacionamento, se não for o único, torne os outros opacos e insignificantes.

Os namorados cristãos sabem fugir do risco da dependência, que sempre é sinal de carência e não de verdadeiro amor, e se aplicam na abertura, amizade e dedicação aos outros (amigos, família), que também são fontes de complemento para a nossa vida, e esta abertura toma-se fonte de enriquecimento do próprio namoro.


Os carinhos


Especial cuidado devemos ter neste campo, pois, muitas vezes, mesmo em namoros cristãos, constatamos cenas de carícias que levam a estados de profunda excitação emocional e orgânica que, seguindo o modelo do mundo considera-se normal, quando na verdade estes atos são apropriados para a preparação do ato conjugal dentro do matrimônio.

O não se deter no físico, e o traçar limites bem definidos e claros para os dois, buscando a pureza e evitando o puritanismo, é ponto básico e que muito necessita da graça para não se deixar levar pelas "facilidades" mútuas, que o sensualismo deste mundo e a concupiscência da carne plantaram em nós.

Nós precisamos construir um Mundo Novo, baseado na Boa Nova de Jesus e da Sua Igreja. Entretanto, não haverá Mundo Novo se não houver Famílias Novas. Não haverá Famílias Novas se não houver Namoros Novos, baseados na graça e no poder do Espírito.

Se meditarmos nestas orientações, sentiremos que são superiores à nossa capacidade. Lembre-se de que “o Verbo se fez carne”, por isto a graça penetrou em todas as realidades da vida humana, e Pentecostes é a certeza de que o Espírito nos capacita a dar nosso sim integral a Deus.


Fonte: http://www.comshalom.org/formacao/formacaohumana/porque_namorar.htm

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O casamento é uma causa perdida?


A aprovação do "casamento" gay é o último passo da agenda anti-família e da eliminação dos direitos das crianças.
 
 


A promulgação da lei que permite o casamento gay e a adoção por pares homossexuais, no último mês de abril, na França, não encerrou o debate sobre a questão. Apesar da intransigência do governo socialista de François Hollande, a população voltou a encher as ruas de Paris neste domingo, 26/05, para dizer um rotundo não à equiparação do matrimônio às uniões de pessoas do mesmo sexo. Segundo os organizadores da "Manif pour tous" (Manifestação para todos), mais de um milhão de pessoas participaram do ato. O movimento contou com a presença não só de católicos, mas também de grupos de outras religiões e até mesmo de homossexuais. Um protesto semelhante ocorreu na Polônia também neste domingo e agregou milhares na terra do Beato João Paulo II.
A manifestação é uma resposta à falácia esquerdista de que a consolidação do "casamento" gay é um fato inevitável e irreversível. O professor de jurisprudência da Universidade Princeton, Robert P. George, considera um grave erro dos conservadores a aceitação da hipótese - obviamente incentivada pelos liberais - de que a defesa da família é uma "causa perdida". O professor recorda que o mesmo foi dito a respeito do direito ao aborto nos Estados Unidos, durante a década de 70, e hoje é mais comum encontrar pessoas pró-vida do que pró-escolha (como se definem os defensores do aborto). Ele alerta que a aceitação da união matrimonial entre pessoas do mesmo sexo não é uma simples questão de "justiça social", como afirmam seus defensores, mas uma mudança substancial no conceito de família e paternidade, que trará consequências perigosas para a educação das crianças e para a liberdade religiosa.
Ora, se se concebe o casamento não como uma união em uma só carne, argumenta George, mas como uma "parceria doméstica romântico-sexual", todo o arcabouço familiar desmorona, pois já não fazem sentido a monogamia, a fidelidade conjugal e os direitos paternais biológicos. O casamento passa a existir apenas como um contrato social com prazo de validade no qual ambas as partes prestam serviços sexuais. Isso é a completa perversão do conceito de família, além de uma afronta direta ao direito matrimonial histórico, que jamais cogitou tamanho disparate. A denúncia de Robert P. George se torna ainda mais grave quando se observam os precedentes abertos por essa compreensão errônea do ser humano e, por conseguinte, do casamento. Ele se questiona: "se dois homens ou duas mulheres podem se casar, por que não poderiam se casar também três ou mais pessoas, indistintamente de sexo, em poliamorosas "tríades", "quadríades", etc?"

 
Milhares de franceses deram a mensagem: "Casamento é entre um homem e uma mulher"
Para além das ressalvas, na prática, esse entendimento tortuoso do casamento já consolidou em muitos tribunais o retorno à poligamia. Um retrocesso que demonstra de forma contundente o caráter retrógrado e paradoxal do dito "progressismo". Ao considerar o ser humano como apenas razão e vontade, relegando o corpo a uma função meramente instrumental, o Estado redefine o matrimônio, transformando-o num simples arranjo de emoções e desejos eróticos. Sendo assim, se já não existe uma razão que sustente a distinção de sexo e a monogamia do matrimônio, aqueles que insistem na sua defesa, agem imbuídos por mero "preconceito". E é aí que mora o perigo, pois por que o Estado deveria tolerar as instituições religiosas promotoras da "homofobia"? É com base nessas questões que o professor Robert P. George alerta para a ameaça à liberdade religiosa erigida a partir da aprovação do "casamento" gay, última etapa no processo de desconstrução da família, iniciado há muito tempo com a permissão do divórcio.
Outro fator importante elencado pela fundadora do Instituto Ruth - uma organização dedicada à promoção da família - Jennifer Roback Morse, é o aumento da interferência do Estado nas questões familiares, por causa da nova definição do matrimônio. O casamento é uma instituição pública, cuja finalidade natural é defender os direitos das crianças. Cabe ao Estado garantir esses direitos através da justiça. Toda criança tem o direito natural de conhecer sua origem, sua identidade e de relacionar-se com o pai e a mãe. Todavia, quando o casamento deixa de ter seu fundamento biológico para se tornar um contrato, inúmeros problemas aparecem: divórcios unilaterais, filhos fora do casamento, produção independente, prejuízo à educação das crianças e sexualização precoce. Criada a desordem, quem aparece para arrumar a bagunça, pergunta Jennifer Morse? O Estado. Ela afirma que "o governo hoje em dia interfere muito mais na vida privada das pessoas do que jamais o fez nos terríveis anos da década de 1950".
Em linhas gerais, a intenção dos esquerdistas e dos promotores do "casamento" gay nunca foi garantir "direitos iguais" aos homossexuais, mas tão somente aumentar o poder do Estado sobre a família e o comportamento dos seus filhos. Trata-se de uma engenharia social que caminha a passos largos e imita os rumos de países como a Suécia, um triste exemplo de nação na qual os pais não têm mais contato com seus filhos. A educação fica sob total responsabilidade do Governo, que os educa conforme a sua cartilha materialista e socialista. E se resta alguma dúvida de que essa política está sendo empregada no Brasil, basta lembrar da recente lei promulgada pela presidente Dilma Rousseff que obriga os pais a matricularem seus filhos na escola a partir dos quatro anos de idade.
Por outro lado, infelizmente, pouquíssimas pessoas têm se dado conta da gravidade da situação. Não percebem que o que se está em jogo é a autonomia familiar, os direitos da criança e a liberdade religiosa. Alguns argumentam que isso é uma questão de foro íntimo e de liberdade de consciência. Não, não é! Nenhuma nação é livre quando os direitos fundamentais do indivíduo são tolhidos logo na base, ou seja, quando crianças. Recorda Jennifer Roback Morse, "não é possível criar uma sociedade duradoura que sistematicamente mine o fundamento biológico da identidade humana". Provavelmente, todos têm contato com filhos de pais separados, com crianças órfãs ou frutos de uma "produção independente". Todos sabem do sofrimento e da angústia delas. Não obstante, imaginem então o caso daquelas crianças geradas em barrigas de aluguel, geradas a partir de doações de sêmen, seja para pares homossexuais, seja para casais.



As manifestações realizadas na França e na Polônia não são apenas atos políticos de partidos de "extrema direita". São, antes de tudo, um ato heroico de um povo que percebeu a artimanha sorrateira dos liberais contra a família. Reproduzem a reta razão e o direito natural inscrito no coração do ser humano de que o matrimônio é uma realidade existente somente entre um homem e uma mulher, não só para a geração, mas também para a proteção e garantia da vida dos filhos. E isso, nenhuma ideologia, por mais engenhosa que seja, será capaz de cancelar. Que elas possam inspirar mais e mais católicos e pessoas de boa vontade a se posicionarem de maneira clara contra a mentira e os projetos totalitários que procuram solapar a família.

Por: Equipe Christo Nihil Praeponere